30 9 / 2014

(Source: gallifreyskater)

26 9 / 2014

26 9 / 2014

26 9 / 2014

26 9 / 2014

(Source: mckennahelen)

26 9 / 2014

17 9 / 2014

such-vodka:

Danique 👑 en We Heart It.

such-vodka:

Danique 👑 en We Heart It.

17 9 / 2014

17 9 / 2014

17 9 / 2014

17 9 / 2014

(Source: weheartit.com, via feellng)

17 9 / 2014

(Source: pequenalatinha)

17 9 / 2014

Tantas vezes me pego pensando em coisas simples que fizemos juntas e que significam tanto pra mim. Coisas normais que as pessoas nem dariam tanta importância, mas por ter feito tantas vezes acabei gravando elas - não que as que fizemos poucas tenham sido apagadas ou não mereçam um carinho todo especial.
Quando eu vejo o ônibus que passa na sua casa eu me lembro de todas as vezes que fiquei esperando tarde da noite, que fui amassada no banco da kombi e do cu da mão que tinha passando pelo outro lado da linha do metro voltando pra casa.
Mas quando ele passa eu tenho a súbita vontade de te ver descendo dele e me encontrando, ou o contrário, eu descendo e você demorando pra me encontrar. Acho que nossas coisas são tão de imediato que um minuto que você demora pra surgir na minha frente - e consequentemente apagar toda a raiva que eu tinha passado pela sua demora - é mais torturante que o tempo que eu demoro pra chegar até aí.
Vendo o ônibus eu juro que posso sentir seu perfume, lembrar dos meus sorrisos pra janela e das suas caras emburradas. Lembro do quanto eu gosto de passar meu tempo pertinho de você, mesmo que relativamente longe. Meu peito se enche de alegria e eu explodo por dentro toda vez que relaxo no banco sabendo que foi mais um dia que eu tive com você, e torcendo pra não ser o último.
Até um simples ato de comer alguma coisa e pensar: “Poxa, ela tem que experimentar isso.” E é assim com tudo.
Gostei de uma roupa: Ela precisa ver isso.
Gostei de um lugar: Ela precisa vir comigo.
Gostei de alguma matéria: Ela precisa ler isso. 
Daí o porque eu sou tão chata all the time mandando zilhões de links ou marcando, eu tenho me freado porque geralmente você entra e não dá bola pra 1% do que eu falei enquanto você estava fora, e isso realmente acaba comigo. Não vem com a história de: “Tem um monte de coisa minha que você cagou.” É diferente! Talvez tenha criado uma forte dependência sua, de precisar muito de você pra qualquer coisa, tô meio vivendo em função de te ver acordada pra poder me sentir um pouquinho bem. Mas sempre foi assim, antes eu arrumava outras formas pra depender, nunca com pessoas. Porque elas sempre vão embora. Um dia vão embora. 
A culpa é inteiramente minha de ser tão sozinha e carente, e profundamente necessitada de ter coisas ou pessoas pra me prender, não tô falando que isso faz mal pra mim (antes de você vir com aquele discurso que dá vontade de arrastar sua cara na parede), eu só não quero que faça à você. Com minhas feridas eu sei lidar, tô lidando até hoje né? Só não quero que meus passem a ser seus.
Sei lá por quê desse texto, eu comecei com um assunto e já veio outro, tô sendo patética mas tem tanta coisa dentro de mim, tanta coisa pra falar… tão cheia de palavras, frases, parágrafos e histórias. Toda cheia de sonhos, e recoberta de medo, limitações. Aff.
Por dentro tem uma revolução, tem algo realmente acontecendo, mas essa pele recoberta de adamantium não deixa o que tem por dentro explodir. Sou cheia de tanta coisa boa, e mesmo assim tem a falha das coisas ruins que acabam escapando. Quando tudo que eu queria liberar é o melhor de mim. 
Essa porcaria de distância, os dias contados e tudo mais que envolve, é tão cruel pra nós duas. Eu não tenho dúvida do que eu sinto, do que nós temos e do que eu quero ter por você por um longo tempo. Não leva tão a sério meus textos, é só por as ideias num lugar pra depois pensar melhor sobre elas. Você vai acabar vendo de qualquer jeito sem eu te mostrar, então… até lá eu já pus no lugar, ou só cresceu mais ainda esse nó de carolzinha dentro de mim. 

Tantas vezes me pego pensando em coisas simples que fizemos juntas e que significam tanto pra mim. Coisas normais que as pessoas nem dariam tanta importância, mas por ter feito tantas vezes acabei gravando elas - não que as que fizemos poucas tenham sido apagadas ou não mereçam um carinho todo especial.

Quando eu vejo o ônibus que passa na sua casa eu me lembro de todas as vezes que fiquei esperando tarde da noite, que fui amassada no banco da kombi e do cu da mão que tinha passando pelo outro lado da linha do metro voltando pra casa.

Mas quando ele passa eu tenho a súbita vontade de te ver descendo dele e me encontrando, ou o contrário, eu descendo e você demorando pra me encontrar. Acho que nossas coisas são tão de imediato que um minuto que você demora pra surgir na minha frente - e consequentemente apagar toda a raiva que eu tinha passado pela sua demora - é mais torturante que o tempo que eu demoro pra chegar até aí.

Vendo o ônibus eu juro que posso sentir seu perfume, lembrar dos meus sorrisos pra janela e das suas caras emburradas. Lembro do quanto eu gosto de passar meu tempo pertinho de você, mesmo que relativamente longe. Meu peito se enche de alegria e eu explodo por dentro toda vez que relaxo no banco sabendo que foi mais um dia que eu tive com você, e torcendo pra não ser o último.

Até um simples ato de comer alguma coisa e pensar: “Poxa, ela tem que experimentar isso.” E é assim com tudo.

Gostei de uma roupa: Ela precisa ver isso.

Gostei de um lugar: Ela precisa vir comigo.

Gostei de alguma matéria: Ela precisa ler isso. 

Daí o porque eu sou tão chata all the time mandando zilhões de links ou marcando, eu tenho me freado porque geralmente você entra e não dá bola pra 1% do que eu falei enquanto você estava fora, e isso realmente acaba comigo. Não vem com a história de: “Tem um monte de coisa minha que você cagou.” É diferente! Talvez tenha criado uma forte dependência sua, de precisar muito de você pra qualquer coisa, tô meio vivendo em função de te ver acordada pra poder me sentir um pouquinho bem. Mas sempre foi assim, antes eu arrumava outras formas pra depender, nunca com pessoas. Porque elas sempre vão embora. Um dia vão embora. 

A culpa é inteiramente minha de ser tão sozinha e carente, e profundamente necessitada de ter coisas ou pessoas pra me prender, não tô falando que isso faz mal pra mim (antes de você vir com aquele discurso que dá vontade de arrastar sua cara na parede), eu só não quero que faça à você. Com minhas feridas eu sei lidar, tô lidando até hoje né? Só não quero que meus passem a ser seus.

Sei lá por quê desse texto, eu comecei com um assunto e já veio outro, tô sendo patética mas tem tanta coisa dentro de mim, tanta coisa pra falar… tão cheia de palavras, frases, parágrafos e histórias. Toda cheia de sonhos, e recoberta de medo, limitações. Aff.

Por dentro tem uma revolução, tem algo realmente acontecendo, mas essa pele recoberta de adamantium não deixa o que tem por dentro explodir. Sou cheia de tanta coisa boa, e mesmo assim tem a falha das coisas ruins que acabam escapando. Quando tudo que eu queria liberar é o melhor de mim. 

Essa porcaria de distância, os dias contados e tudo mais que envolve, é tão cruel pra nós duas. Eu não tenho dúvida do que eu sinto, do que nós temos e do que eu quero ter por você por um longo tempo. Não leva tão a sério meus textos, é só por as ideias num lugar pra depois pensar melhor sobre elas. Você vai acabar vendo de qualquer jeito sem eu te mostrar, então… até lá eu já pus no lugar, ou só cresceu mais ainda esse nó de carolzinha dentro de mim. 

17 9 / 2014

17 9 / 2014

(Source: jesuiscoquelin)